Estive ocupada durante os últimos dias em meio a tantas viagens e trabalhos, mas jamais esqueço dos meus congafãs, por isso vamos hoje a mais um dos nossos capítulos da jornada de estudo sobre nossos novos meios digitais.
Hoje iremos trabalhar com o capítulo 1 do texto "Wikinomics", que, em linhas gerais, trata sobre a arte e o estudo do "Peering". Não se preocupe, lendo você ficará sabendo. Vamos descobrir?
Iniciamos o texto percebendo que o autor faz uma análise interessante sobre o papel de cada consumidor na construção da atual economia no globo, uma vez que todos, ou a grande maioria, participa da produção e distribuição de bens e serviços que antes eram centrados apenas nos grandes complexos industriais. É exatamente nessa constatação que se encaixa a caracterização do "Peering" que é a descrição da colaboração entre consumidores e empresas com intuito de favorecer o crescimento e a inovação dos produtos e serviços de vários ramos de produção como o antigo Myspace, o Linux, o Youtube, entre outros.
O peering se coloca como uma atividade de ramo social, já que para ser parte desse setor que movimenta a nova economia você só precisar ter acesso à um computador e ser dotado de criatividade para desenvolver essas atividades. Porém é válido ressaltar que o Peering não é visto com bons olhos por grande parte da comunidade que lida com economia já que ele pode representar o fim da economia industrial.
É importante ter atenção, cada detalhe é válido.
Para finalizar, o estudo da wikinomics está embasado em quatro ideais principais: abertura, peering, compartilhamento e ação global. O texto estabelece essas quatro vias como o centro responsável pela inovação em todos os ramos da nova economia. A abertura ressalta a necessidade da empresa não se fixar em sua zona de conforto e estar sempre aberta para os novos talentos e novas formas de inovar como instituição. O Peering é o principio de colaboração de informações e de novos talentos para o desenvolvimento e crescimento da economia. O compartilhamento é apontado como possivelmente controverso, já que as empresas devem proteger a sua propriedade cultural, porém essas devem contribuir com os espaços comuns de tecnologia abordados por todas as outras para projetar as suas ideias no meio. E, por fim, temos a questão da ação global que coloca as empresas como necessitadas de um monitoramento global das mudanças econômicas globais, da necessidade de conhecer o mundo e os seus mercados e de estar sempre atualizando seus talentos internos com esses ideais.
Gostaram do show de informações? Semana que vem tem mais! Beijo!
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